Mulheres discriminadas no trabalho com aprovação ministerial
As trabalhadoras da TAP foram mais uma vez discriminadas! Se já não bastasse terem-no sido pela sua entidade patronal, foram-no agora pelo próprio Primeiro-Ministro e, assim, pelo Governo Português! Não existam dúvidas de que se trata mesmo de um acto gritante de discriminação, de género e laboral. Concretamente, estas trabalhadoras não acederam aos prémios da empresa em 2007, não porque faltaram, mas porque estiveram a usufruir da sua licença de maternidade prevista na lei e que é equiparada a tempo de serviço efectivamente prestado, sem qualquer perda de regalias ou direitos. Não o foi para estas trabalhadoras…







