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Estão abertas as candidaturas do projecto Envol20-DLBC "Almada Cabaz de Sonhos: Empreender no Feminino" promovido pelo Instituto Piaget de Almada com a parceria de outras entidades como a UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta, de capacitação e de promoção da igualdade de género e de oportunidades a mulheres em situação de vulnerabilidade social.

Este projecto contribuirá para a redução da desigualdade de género no acesso ao mercado de trabalho, através da criação do próprio negócio, estimulando as mulheres a criarem as suas ferramentas individuais e sociais ao serviço de uma maior integração laboral.

Requisitos obrigatórios:
- Mulheres, residentes no concelho de Almada, nos territórios correspondentes à União de Freguesias do Laranjeiro e Feijó e à União de Freguesias de Caparica e Trafaria.

Requisitos preferenciais:
Mulheres em situações de violência doméstica; mulheres migrantes; desempregadas de longa duração; ex-reclusas; outras mulheres em situação de vulnerabilidade social.

Candidaturas disponíveis através da página: https://empreendernofeminino.ipiaget.org/

Mais informação em: https://empreendernofeminino.ipiaget.org/sobre-o-projeto/

Esta iniciativa é financiada pelo programa Envol20 Almada DLBC Urbano e tem a duração de 10 meses.

Entidades parceiras: Instituto Piaget Almada, Câmara Municipal de Almada, UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta, SCMA - Santa Casa da Misericórdia de Almada, AMI - Assistência Médica Internacional, Associação Mimo, AD Sumus, Centro Comunitário de Promoção Social do Laranjeiro / Feijó, IPSS.

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Vídeo informativo sobre a violência contra as mulheres, do CAM - Centro de Atendimento Mulher da UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta em Almada para a Câmara Municipal de Sesimbra no âmbito do Dia Internacional das Mulheres de 2021.

Com intervenção da coordenadora técnica do CAM/UMAR, Alexandra Dourado.




Contactos do CAM/UMAR em Almada: E-mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. | Telefone: 212 942 198 | Telemóvel: 969 373 758
Foi há muitos anos que milhares de trabalhadoras se levantaram com a força das suas reivindicações: 8 horas de trabalho, condições de trabalho dignas, igualdade salarial.

O percurso tem sido longo, com avanços e recuos, períodos de maior visibilidade dos feminismos na sua pluralidade e silêncios ainda não quebrados. De facto, nas palavras da filósofa e ativista Angela Davis, "a liberdade é uma luta constante", assim como para a Simone de Beauvoir, ela é "(...) a nossa própria substância", pelo que não devemos aceitar qualquer sujeição. E, como afirmou a feminista negra e lésbica Audre Lorde: "Eu não sou livre, enquanto alguma mulher não o for".

Neste 8 de março, não podemos deixar ninguém para trás com as suas reivindicações que são múltiplas, porque são múltiplas as discriminações que ainda recaem sobre as mulheres. Como afirma Maria Gil, ativista feminista de etnia cigana: "Ainda há muitas vozes por ouvir".

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