Marcha pela Saúde

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Aproximam-se as eleições legislativas, um momento importante para que todos os partidos políticos democráticos se comprometam com medidas para uma efetiva Igualdade de Género e de luta contra as várias formas de violência e todo o tipo de discriminações.

Alguns direitos e medidas já se encontram estabelecidas no ordenamento jurídico português, porém não são, muitas vezes, aplicadas na íntegra ou não se refletem nas práticas sociais e institucionais.

Nos últimos anos, vários Planos de Ação pela Igualdade e contra a violência doméstica e de género, assim como a atual Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não Discriminação (ENIND) 2018-2030 – Portugal + Igual, têm traçado um conjunto de medidas importantes para alcançar a igualdade. Contudo, a sua aplicação ainda carece de uma efetiva lente interseccional que tenha em conta diferentes pertenças das pessoas, no que toca ao género, à raça, à etnia, à classe, à idade, à orientação sexual, à identidade e expressão de género, à diversidade funcional, à origem/nacionalidade, entre outras, e que as coloca em diferentes posições/níveis de privilégio e opressão.

A situação de pandemia prolongada em que temos estado mergulhadas/os, tem trazido consequências penosas para a vida das mulheres, na sua multiplicidade de situações e discriminações. Estas consequências vão prosseguir, sendo, por isso, fundamental que, nas diversas áreas sociais, económicas e culturais se tracem medidas que tenham em consideração esta realidade, assim como as formas de combater as vozes neofascistas e negacionistas que se procuram instalar na sociedade.

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Imagem Atendimento


O presente Manual de Boas Práticas para Profissionais no Atendimento a Vítimas de Violência Sexual surge no âmbito do Projecto VIVA - Vê, Informa-te, Vai e Age financiado pelo Programa Operacional Inclusão Social e Emprego (POISE), região Norte, tipologia de intervenção 3.16 - Apoio financeiro e técnico a organizações da sociedade civil sem fins lucrativos, gerido pela UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta e decorre da necessidade sentida de trabalhar a prevenção da violência sexual.

Pretende constituir-se como uma referência de boas práticas e é especialmente dirigido a profissionais das várias áreas que podem contactar com vítimas de violência sexual, tanto no atendimento como no apoio.
 
#45anosUMARfeminismos

Na sequência da publicação de entrevistas feitas às co-fundadoras da UMAR, integradas no ciclo Memórias de Fundadoras, no âmbito da celebração do 45º aniversário da nossa Associação, partilhamos em baixo as entrevistas realizadas a Manuela Tavares, Rosa Custódio e Guida Vieira.

#3 Manuela Tavares entrevistada por Inês Coelho

manuelatavares

Ver aqui: https://youtu.be/2AF0rU4atYA

#4 Rosa Custódio entrevistada por Janica Ndela

rosacustodio

Ver aqui: https://youtu.be/_mM8EVgq7oQ

#5 Guida Vieira entrevistada por Maria Francisca Ferreira

guidavieira

Ver aqui: https://youtu.be/iIr0ooVKnUI
No âmbito da celebração do 45º aniversário da UMAR, fundada em 12 de Setembro de 1976, iniciámos um ciclo de entrevistas intitulado Memórias de Fundadoras da UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta.

analiatorres

A primeira destas entrevistas foi realizada no dia 12 de Setembro a Anália Torres, co-fundadora da UMAR. A entrevista foi conduzida pela actual Presidente da UMAR, Liliana Rodrigues.

https://youtu.be/J9y25Q3of4Y

idalinarodrigues

Dia 16 de Setembro Carolina Moreira, da UMAR Coimbra e membro da Direção entrevistou Idalina Rodrigues, médica, co-fundadora e Vice Presidente da UMAR (2021-2024).

https://youtu.be/eWrk7qnzQkk

As próximas entrevistas serão disponibilizadas brevemente e à medida que se forem realizando.

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